segunda-feira, 29 de julho de 2013

Livro!!!

Por que ser um craque e não usar crack!
(Cristiane de Oliveira Zucolotto)

O sonho de todo mundo é um dia ser um grande craque. Queria ser craque em alguma coisa!
Poderia ser craque em judô, caratê, boxe, capoeira, taekwondo... Talvez jogar futebol, dançar, correr, pular e brincar.
Poderia ser destaque, sendo craque em matemática, física, português, ciências, biologia, artes, educação física, história e geografia...
Mas um dia alguém me mostrou que, mesmo sem ser craque, posso usar crack!
Mas o que é esse tal de crack?
Ah! Crack é bom! Faz esquecer os problemas, você vai ficar mais alegre!
Mas não foi bem assim! Os efeitos de usar crack vieram..
Então, estava craque em ver bicho-papão em todos os lugares.
Ficava alegre e ficava triste, queria bater em todo mundo.
Também já não era mais craque na escola.
E o mundo inteiro foi ficando escuro.
Queria ter o que não era meu, e machucava as pessoas para conseguir o que queria, então descobri que um dia o crack me deixaria craque.
Craque em ficar longe dos pais, dos amigos, de toda a gente que eu amava.
Ninguém conta realmente como o crack é feito, e quais são os seus efeitos em uma pessoa. Sei que é uma droga, o nome já diz, é feita da pasta da cocaína, com bicarbonato de sódio.
Apesar das consequências da droga em minha vida, tive o amor e o apoio da minha família.
Para perceber, a tempo, que poderia ser um grande craque...
Craque em, conversar com meus pais e meus amigos, craque em praticar esportes, fazer boas ações, ajudar alguém.
Talvez um dia, ser craque, sendo gari, médico, veterinário, enfermeiro, professor.... Craque em ter um bom emprego, pagar as contas, ir as festas e me divertir.
Sem usar crack algum, apenas sendo craque em ser eu mesmo, afinal, a vida é tão curta, pra deixar de ser um craque e perder tempo, usando crack!

terça-feira, 9 de julho de 2013

Gráfico de resultado da pesquisa antropológica feita com os alunos do Ensino Médio da Escola Estadual de Educação Básica Professor Mathias Schütz de Ivoti/RS


           
         De acordo com o gráfico acima, os resultados das pesquisas que foram feitas com os alunos das turmas do Ensino Médio da escola Mathias Schütz, que totaliza 652 alunos, 555 desses responderam as perguntas da pesquisa. Das perguntas que foram respondidas, obteve-se os seguintes resultados:
Na pergunta de número 1, em que se referia em saber se o aluno conhecia alguém que usa crack, 243 alunos responderam que sim, 307 responderam que não conheciam e 5 pessoas não responderam essa pergunta.
Já na pergunta de número 2, em que questionava se o aluno já havia experimentado o crack, 35 alunos responderam que sim, 515 responderam que não e 5 alunos não responderam essa pergunta.
A pergunta de número 3 referia-se se o aluno já teve interesse de usar o crack, nessa pergunta 70 alunos responderam que já tiveram interesse de experimentar o crack, 481 alunos responderam que nunca tiveram interesse de experimentar e 4 alunos não responderam essa pergunta.
A 4º pergunta gostaria de saber se o aluno conhecia as características da droga, onde 326 alunos responderam que sim, 224 responderam que não e 5 alunos deixaram essa pergunta em branco.
Você conhece o tratamento? Era a pergunta de número 5, nela 238 alunos responderam que conheciam o tratamento para o dependente de crack, 305 alunos responderam que não conheciam o tratamento e 12 alunos não responderam.
A 6º pergunta questionava o aluno se, ele gostaria de ajudar algum dependente de crack, 383 alunos responderam que sim, 157 alunos não gostariam de ajudar algum dependente de crack e 15 alunos anularam essa pergunta.
A pergunta número 7 foi elaborada para saber se os alunos gostariam que existisse uma clínica de dependentes químicos na cidade de Ivoti /RS, 413 alunos responderam que sim, 138 alunos responderam que não gostaria que tivesse uma clínica em Ivoti e 4 alunos não responderam nenhuma das alternativas dessa pergunta.
Na 8º pergunta, sua pergunta era uma dúvida do grupo CRACK. Os alunos tiveram que responder se eles sabiam se existia uma clínica de reabilitação clandestina no município de Ivoti. 43 alunos responderam que sabiam que existia uma clínica clandestina, 504 alunos não sabiam e 8 alunos não responderam essa pergunta.
E na última pergunta, a de número 9, os alunos foram questionados se eles tinham consciência dos malefícios do crack, 490 responderam que sim, 55 alunos responderam que não tinham consciência dos malefícios do crack e 10 alunos não marcaram nenhuma das alternativas dessa pergunta.